Indústria 4.0: descubra como surfar nessa tendência e otimizar processos

Se você está antenado com a chamada “era da transformação digital”, já deve ter ouvido sobre o conceito de Indústria 4.0. Saiba que esse movimento está em pleno vapor e, mesmo que você não tenha se dado conta, ele possivelmente já chegou ao seu negócio.

Se sua empresa já conta com algum recurso ou serviço de Cloud Computing, por exemplo, ela já está minimamente dentro da “quarta reviravolta da indústria”. Mas há mais coisas que caracterizam esse fenômeno, e é sobre isso que queremos refletir aqui.

Neste artigo, além de te ambientar sobre o assunto, vamos mostrar como ele vem mudando as relações de trabalho e os mais variados processos corporativos, entre outros detalhes bem importantes.

Continue lendo para entender!

Afinal, o que é a Indústria 4.0?

Uma das melhores maneiras de entender o que é a Indústria 4.0 é recorrer aos teóricos e estudiosos do tema. Entre os mais destacados nomes está o editor do portal americano Automation.Com, Bill Lydon, que possui diversos artigos publicados e frequentemente faz palestras sobre o assunto.

Em uma de suas publicações, Lydon sintetiza o conceito ao dizer que a adoção de tecnologias disruptivas é uma de suas principais características. Ele afirma que se trata da adoção de ferramentas, recursos e serviços tecnológicos inovadores para otimizar a gestão dos mais variados aspectos industriais, o que inclui desde o design de produtos até a automação de processos de manufaturação, passando pela cadeia de fornecimento, entre outros aspectos do dia a dia operacional.

Na prática, estamos falando da quarta grande reviravolta nos processos de fabricação de produtos e gestão empresarial — desde a revolução industrial capitaneada pela Inglaterra a partir de 1760, grandes movimentos de modernização aconteceram; da “revolução magra” de 1970 à automação extrema dos anos 2000, passando pelo presente fenômeno da globalização iniciado na década de 1990.

Também é comum que a Indústria 4.0 seja chamada de Revolução Industrial 4.0 ou Quarta Revolução Industrial (Fourth Industrial Revolution). Todos esses termos referem-se ao mesmo movimento.

Em suma, é importante saber que esse fenômeno está transformando economias, empregos e até mesmo a própria sociedade. Isso porque muitas tecnologias físicas e digitais estão sendo combinadas por meio de análises, inteligência artificial, tecnologias cognitivas e a Internet das Coisas (Internet of Things — IoT) para criar empresas digitais interconectadas e capazes de tomar decisões mais informadas.

Como sabemos, empresas digitais podem comunicar, analisar e usar dados para conduzir ações inteligentes no mundo físico. Em suma, a Indústria 4.0 está incorporando tecnologia inteligente e conectada não apenas dentro das organizações, mas também em nossas vidas diárias.

Quais são as forças por trás da Indústria 4.0?

Para Bill Lydon e diversos especialistas, a Indústria 4.0 Indústria é impulsionada por quatro grandes forças:

  1. o crescimento surpreendente do volume de dados (Big Data): mais poder computacional e mais conectividade fazem com que as empresas produzam, analisem e utilizem mais dados em seus processos produtivos;
  2. o surgimento de ferramentas, recursos e métodos de análises de dados: das soluções de Business Intelligence a metodologias complexas de gestão e aproveitamento do Big Data;
  3. novas e inovadoras formas de interação homem-máquina: de interfaces de toque a sistemas de realidade aumentada, passando pela Internet das Coisas;
  4. aprimoramento da transferência de instruções digitais para o mundo físico: sendo a robótica avançada e a impressão 3D dois exemplos bem palpáveis.

Quais são os princípios que regem a Indústria 4.0?

Além dessas forças, cinco grandes princípios foram percebidos pelos estudiosos do tema. São eles:

  1. real time: a atual dinâmica do mercado, aliada à facilidade de desenvolvimento e implementação tecnológica, torna mais fácil e mais instantâneos os processos de captura, análise e transformação de dados;
  2. virtualização: ferramentas, recursos e serviços empregados na indústria não precisam mais estar ao alcance dos olhos; eles agora são entregues de maneira virtualizada para serem utilizados em qualquer local, a qualquer hora e a partir de qualquer dispositivo;
  3. descentralização: as máquinas deixam de ser apenas receptoras de comandos; elas passam fornecer dados — do seu próprio ciclo de vida até insights que facilitam tomadas de decisões dos mais variados tipos. A intervenção humana na operação dos equipamentos torna-se cada vez mais desnecessária;
  4. orientação a serviços: infraestrutura, softwares e hardwares não precisam mais ser adquiridos como commodity; são utilizados como serviço, o que reduz custos operacionais e potencializa a inteligência competitiva das indústrias;
  5. modularidade: a produção sob demanda ganha uma dimensão ainda mais potente, especialmente por conta da flexibilidade para a alteração das tarefas do maquinário em poucos cliques (inclusive de forma remota).

Como a Indústria 4.0 está impactando as relações de trabalho e como se preparar para lidar com ela no nível profissional?

Lá em 2015, quando o tema da Indústria 4.0 ainda era incipiente para o grande público, uma matéria da revista Fortune advertiu para um fenômeno em franca ascensão: o “desemprego tecnológico”. Em resumo, a publicação afirmou, com base em pesquisas e opiniões de especialistas que, até 2025, cerca de 7% dos postos de trabalho na indústria desaparecerão devido às tecnologias de automação.

É importante que os profissionais se preparem para lidar com “colegas robóticos”, inclusive criando novos métodos de trabalho e investindo em formação profissional. A partir de agora, cada vez mais, somente as habilidades muito humanas (que requerem empatia e capacidade de contar histórias, por exemplo) serão úteis no mercado de trabalho.

Num ritmo cada vez mais acelerado, as máquinas estão assumindo as tarefas operacionais, o que deve fazer com que as pessoas invistam no desenvolvimento de habilidades de negociação, vendas, entre outras que requerem a inteligência humana.

Para as empresas, a indicação dos estudiosos do tema é investir na integração entre sistemas físicos e cibernéticos (com bons serviços de implementação de softwares de gestão e operacionalização, por exemplo), na capacitação de seus profissionais e também no desenvolvimento de estratégias de inteligência competitiva, pois o mercado está se tornando cada dia mais competitivo; cada dia mais 4.0!

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